Shiki – Episódio 2


(sem print malandra feliz, chorem)

Não olhem assim pro meu post! A Yuu vai continuar fazendo reviews de Shiki, mas ela tá incrivelmente atrasada com as reviews de Shiki e de nuranura, então eu vou fazer as reviews de Shiki que se atrasaram enquanto ela faz as de nuranura ~

Ah, e a surpresa, bom, eu disse que nunca dava pra ter certeza euri mas provavelmente vai dar pra gente mostrar ela amanhã de noite ~ e vai ter ooutra surpresa! O dia que a gente vai poder mostrar ela não depende da gente, mas eu acho que vão ser uns 3 ou 4 dias.

Mas, bom, a Yuu já voltou s2 esperem pelas reviews dela ~

Ok, bom, lá vai ~ o último epi de Shiki nos deixou com a morte misteriosa da Megumi, e esse epi começa falando do mesmo assunto ~ os pais da Megumi choram e perguntam pro médico “mano, WTH, como assim ela morreu de anemia?”, e o médico fica tipo “… MANO WTH” e pede pra fazer uma autópsia, mas os pais dizem “nah, eu não me importo com a ciência e tanto faz se um monte de personagens vão morrer da mesma doença e poderiam ser salvos mais rápido se fizessem uma autópsia na Megumi, eu só não quero que alguém examine o corpo de uma pessoa morta, mesmo sendo que eu deixei examinarem ela viva”, aí o médico fica tipo “… se mata” e revela que a Megumi teve um ataque cardíaco do nada.

Depois da OP, ooo monge, sei lá, faz comentários inúteis sobre a cidade e a cena muda pro Yuuki, o cara de quem a Megumi gosta, sendo atropelado por um cachorro. O cachorro é de uma enfermeira da cidade, que pergunta se as pernas dele pararam de doer (talvez seja importante, talvez não, então eu vou fingir que é importante) e o Yuuki fica bravo porque ela chamou ele pelo nome e não pelo sobrenome. Ele podia tratar as pessoas melhor, mas ok. Eles saem conversando sobre o quanto ele odeia a cidade (assuntos que importam pro Yuuki: o quanto ele odeia a cidade e o quanto ele odeia a Megumi), e no caminho uns velhos inúteis ficam fofocando sobre ele e a enfermeira estarem saindo. Yuuki fica bravo de novo e continua pensando no quanto ele odeia a cidade, e aí a cena muda pra algo mais importante, a Tanaka, amiga da Megumi (bom, todo mundo considera elas amigas a não ser a Megumi), entrando no quarto da Megumi.

Bom, Tanaka olha pelo quarto da Megumi com a curiosidade natural de pessoas que entram em um quarto vazio e acaba olhando pra um cartão postal escondido muuuuuito bem na escrivaninha da Megumi. Imagino que livros são os na escrivaninha da Megumi ~ se eu fosse a Tanaka, ia ter procurado pelo diário da Megumi, não por um cartão postal aparentemente inútil. Ah, e, por falar nisso, o calendário na escrivaninha nos diz que a data pode ser agosto de 2011 ou 2005 ou 2016… é, informação inútil, mas ok. Bom, a Tanaka olha pro cartão postal e vê que é um cartão de fim de verão (WTH), com pinguins desenhados (… MANO, WHAT). O cartão fala do quanto a Megumi vai odiar quando as férias acabarem, o que é estranho, porque no dia que ela foi enviar o cartão ela tava indo pra escola, mas ok. No verso do cartão, a Megumi dizia que queria que esse cartão fosse um cartão pro meio do verão, mas ela ficou reescrevendo ele até o fim do verão. Tanaka quase chora quando lê isso, imagina a Megumi reescrevendo o cartão e começa a chorar.

A cena muda de novo pro Yuuki e pra enfermeira (ela é a culpada /sei), e Yuuki pergunta se a enfermeira não quer sair da cidade. Ela responde que, duh, ela é maior de idade e ainda tá lá, então óbvio que ela não quer ir embora, e ainda por cima ela morava com a mãe e com a irmã mais nova, e a irmã não parece querer sair da cidade, então é óbvio que a enfermeira também vai ficar, já que ela não quer sair e a família dela também não.

Aí a gente vê a cena do funeral (não o enterro, só o funeral), e o Yuuki é irritante o suficiente pra ser o único que não tá rezando ou whatever. Aposto que a Megumi só gosta dele porque ele veio de fora da cidade que ela odeia (ei, olha, isso eles tem em comum!), porque ele é tão incrivelmente irritante que se eu estivesse no anime já teria dado um soco nele. Bom, a Tanaka espera o Yuuki sair com o cartão da Megumi na mão, e, quando vê ele, diz o quanto a Megumi ficaria feliz por ele ter ido no funeral dela. Ela pede pro Yuuki aceitar o cartão, e ele fica tipo “… hmm… não?” e vai embora. Tanaka fica chocada porque o Yuuki nem esperou a Megumi ser enterrada pra ir pra casa, e a cena muda pra… bom, pra Megumi sendo enterrada. Tanaka fica brava com todo mundo fofocando e não dando a mínima pra Megumi tar morta, sem perceber que a Megumi que sempre tratou eles mal, mas tudo bem. Tanaka finalmente percebe que um dia vai morrer e fica desesperada, mas aí lembra que ia dar um presente pra Megumi e pede pra enterrar ele junto com o caixão. Os pais da Megumi ficam em dúvida mas o monge deixa, e o presente vai embora sem a gente nunca saber o que era.

A cena muda de novo pro Yuuki, que comenta o quanto ele odeia a Megumi e mais todo mundo na cidade, e aí vai pra clínica, onde o médico que cuidou da Megumi recebe o teste sanguíneo dela. O médico nota que a anemia da Megumi não era a anemia normal, de falta de ferro, mas sim uma anemia normocítica normocrômica¹. Ele acha estranho, porque essa anemia pode ser causada por perda de sangue, hemólise, anemia hipoplástica e anemia secudária², mas a Megumi não tinha nenhuma hemorragia interna ou ferimentos visíveis, mas ela morreu bem rápido, então o corpo dela podia estar com algum problema tenso. Enquanto ele falava disso, recebeu a notícia de que um velho random aí morreu, e foi ver ele.

A cena muda rapidamente pra imagem de outra velha morta, e volta pra clínica, onde o médico diz que o velho morreu de uma parada nos rins, algo bem comum entre velhos. Uma enfermeira comenta que ouviu falar de um resfriado de verão passando por aí, e um médico comenta que ele ouvi falar que duas das pessoas que morreram naquele mês tinham resfriados de verão. O médico principal fica meio “…” e começa a desconfiar, mas nada definitivo. Aí, o telefone toca e eles descobrem a morte da velha random que apareceu. Uma amiga dela diz que ela tava cansada desde terça, então ela tinha ido visitar a velha no dia anterior e a velha tava com muito sono e meio tonta, que nem a Megumi, e que achavam que era uma resfriado de verão. Aí a mulher ficou preocupada e falou pra velha chamar um médico, e a velha ficou assustadora do nada e disse pra não chamar médico nenhum. A velha não tossiu nem foi pro banheiro, nem sentiu dores ou dificuldade pra respirar.

O médico fica ainda mais desconfiado e pede pra um cara do governo da cidade dar uma lista das pessoas que morreram naquele mês. A cena muda pro Yuuki, que vê alguém se mexendo na moita na frente da janela dele, no mesmo lugar que a Megumi ficava, e fecha a janela. A cena muda pro monge falando com o médico, perguntando porque todo mundo tava morrendo, e o médico responde que não sabe, então o monge pergunta se não é uma epidemia e começam um monte de cenas inúteis. Chega o cara do governo e diz que 10 pessoas morreram, dá as datas e parece ter um padrão nelas³, mas ninguém notou. O médico diz que pode ser uma epidemia, fala que não sabe de nada e que outra personagem tava com a mesma doença, mas ainda não morreu. O médico diz que precisam de evidência pra falar pra todo mundo que é uma epidemia, então era melhor nem falar nada. O monge diz que vai perguntar disfarçadamente as famílias dos mortos pra ver quem foi infectado por quem, e o cara do governo diz que vai distribuir panfletos pedindo pra pessoas com qualquer sintoma diferente dos de resfriados irem pro médico.

A cena muda DE NOVO pro Yuuki e ele se sente observado, como se a Megumi ainda estivesse lá. Aí o epi acaba ~

Conclusão:

Yuuki demais. DIGO, DIGO, bom, eu já assisti o epi 4 e talz, mas eu lembro que quando eu assisti esse epi eu pensei “cara, quero muito um episódio tipo house com os médicos tentando descobrir qual é a doença”, e adivinhem… o epi 4 tem isso ~

Esse episódio pareceu mais ter o Yuuki como personagem principal do que qualquer outro, o que me dá raiva, porque tudo que ele faz o dia inteiro é reclamar da vida, do universo e tudo o mais, sendo que um episódio que se focasse no médico ia ser BEEEM mais interessante.

Notas:
¹ –  Bom, vamos começar do começo /sei anemias são classificadas pelo tamanho das hemácias (glóbulos vermelhos, aquelas células que fazem o sangue ficar vermelho e distribuem oxigênio e outros gases pelo corpo). Se as hemácias ficarem menores do que o normal, a anemia é microcítica. Essa é a anemia mais comum, a que o médico achava que a Megumi tinha. Se elas ficarem do tamanho normal, a anemia é normocítica, e no caso pode ser classificada pelo número de reticulócitos (hemácias imaturas): no caso da Megumi, o número deles é alto, o que provavelmente significa que o corpo dela tava tentando remediar a situação (a Megumi tinha poucas hemácias, então o corpo começou a produzir mais, na forma de reticulócitos). A anemia da Megumi também é normocrômica, o que significa que a concentração de hemoglobina (a proteína que tem ferro e transporta o oxigênio) nas hemácias também continua normal (o nome diz que a cor das hemácias continua igual, então talvez a hemoglobina dê a cor vermelha pras hemácias, mas isso eu não sei). Isso significa que a Megumi tem anemia, com um número menor do que o normal de hemácias no sangue, mas as hemácias dela continuam do mesmo tamanho e com a mesma quantidade de hemoglobina (o que pra mim significa a mesma quantidade de ferro, mas eu posso estar errada). Ah, por falar nisso, a anemia normocítica é comum em pessoas velhas ~

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² – Perda de sangue vocês sabem o que é /sei hemólise é quando a hemácia (se você não leu a primeira nota, hemácia = glóbulos vermelhos = células que transportam oxigênio e talz) faz POW, digo, quando a membrana celular (a “pele” dela) se rompe (ou seja, ela explode euri dizer que ela explode tá errado, mas basicamente é isso). Ela pode ser diagnosticada pela quantidade de hemoglobina (se você não leu a primeira nota, é a proteína que tem ferro e que transporta o oxigênio) no sangue, algo que teria sido percebido no teste de concentração de hemoglobina que o médico pediu pra fazerem. Anemia hipoplástica é quando o corpo não consegue mais produzir hemácias e outras células sanguíneas, algo impossível no caso da Megumi por causa da quantidade grande de reticulócitos (já disse, hemácias imaturas euri). Já anemia secundária é uma anemia causada por alguma doença ou por perda de sangue (pode ser rápida e forte ou pode ser lenta mas continuar lá, e cara, isso soou muito mal), além de inanição (fome ou simplesmente a falta de componentes necessários pra fazer hemácias, tipo você tentar fazer casas mas não ter tijolos o suficiente). Como a Megumi não tinha hemorragia interna (quando uma veia ou artéria ou whatever estoura e você sangra por dentro… isso acontece até quando você bate em alguma coisa e a parte que bateu fica roxa) nem nenhum ferimento externo visível (cortes, duh – e [spoiler do epi 4]a Megumi provavelmente tinha dois furos pequenos em algum lugar do corpo, mais conhecidos em Osasco como mordida de vampiro, mas eles eram tão pequenos que o médico nem deve ter notado[/spoiler]), e tinha bastante reticulócitos (ou seja, ela produziu um monte de hemácias de boa), a anemia secundária também foi desconsiderada como causa da anemia. Ou seja, nenhuma das causas comuns pra anemia que a Megumi tinha podia ser a causa pra anemia dela.

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³ – Bom, o padrão é notado na diferença entre os dias nos quais cada pessoa morreu. Primeiro eu vou colocar uma lista dos dias em que pessoas morreram:


1 (duas pessoas)
5
6
11
15
17
18
21
23

A diferença entre os dias nos quais pessoas morreram varia a cada morte, e com essas mortes fica assim:
(primeiro dia)+4+1+5+4+2+1+3+2.

Não parece ter nenhum padrão, certo? Errado ~ vamos fingir que o 1 é um espaço, ou uma marca, sei lá. Fica assim:
4 / 5, 4, 2 / 3, 2

Primeiro a diferença é de 4 dias. Aí tem um espaço (diferença de um dia), e a diferença vira 4 dias + 1 dia. Depois a diferença volta pra 4 dias e então vira 4 dias divididos por dois, ou 4 dias – 2 dias (ia precisar de mais uma morte pra eu saber qual dos dois aconteceu). Então, tem outro espaço. O primeiro intervalo (o único completo; 5, 4, 2) tinha como base o 4, que foi a última diferença do intervalo anterior (que começa pela última diferença, mesmo; 4), então que tal a gente usar a última diferença desse primeiro intervalo pra servir de base pro segundo intervalo (o último, que precisa de mais uma morte pra ser completo; 3, 2)? Usando a última diferença, que é de 2 dias, a gente pode fazer a mesma coisa que fez no primeiro intervalo: primeiro a gente pega o 2 e adiciona mais um dia, ficando com 3; aí, pra próxima diferença, a gente só coloca o 2, então fica 2 mesmo ~

… Não deu pra explicar direito, mas basicamente é assim (eu vou chamar a última diferença do intervalo anterior, no primeiro caso o 4, de x):
x / x+1, x, {x-2 ou x/2 – o novo x, ou melhor, o y} / y+1, y

Se o padrão continuar igual, as diferenças entre os dias nos quais pessoas morreram vão ficar assim:
(no caso da última diferença ser x-2) 4 / 5, 4, 2 / 3, 2, 0 (ou seja, morre mais uma pessoa no mesmo dia) / 1, 0, -2 (isso não existe, então talvez virasse 2 ou talvez continuasse 0) / {1 ou 3}, {2 ou 0}, {1 ou 0} / {2 ou 1}, {1 ou 0}, {1, 0, 1, 0 ou -2} e assim por diante
(no caso da última diferença ser x/2) 4 / 5, 4, 2 / 3, 2, 1 / 2, 1, {pode continuar sendo 1 ou pode virar 0,5, ou seja, 12 horas} eee assim por diante

… ou seja, se o padrão continuar igual pode morrer mais uma pessoa no dia 23 (pode ser que ele já tenha passado, mas eu me confundo com o tempo em Shiki) ou pode morrer outra no dia 24, e aí vai morrer outra pessoa no dia 24 (no primeiro caso) ou no dia 25, e aí morreriam duas pessoas no dia 25 (no primeiro caso, de novo) ou uma no dia 27 e outra no dia 28, e assim por diante euri

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